Como Ficar Estupidamente Culto em apenas (10) minutos - Literatura Modernaça
Título: Madame Bovary
Autor: Gustave Flaubert
Resumo: A Bovary é o D. Quixote fenótipo feminino. Leu tantos livros que pirou. Tanto romance na carola deu-lhe para pensar que os homens eram mesmo românticos, gentis e amorosos. Coitadinha. e tudo isso porque nunca leu Como Ficar Estupidamente Culto em apenas 10 Minutos.
A senhora casou-se com um médico chato como o potássio, que passava a vida a fazer urgências enquanto ela em casa imaginava cenas que nem Adrian Lyne imaginou.
Como é normal até nos jogadores de futebol, quando o homem trabalha muito fora, a mulher arranja fora quem a trabalhe. Talvez porque os cunnilingus do Rodolfo ficassem a anos-luz daqueles dos livros do Henry Miller, a senhora suicidou-se. O corno também.
Moral: As mulheres românticas são um perigo para a saúde pública.
Título: Os Maias
Autor: Eça de Queiroz
Resumo: O livro começa com a descrição de uma casa tão grande que leva mais de quarenta páginas. Nunca as lemos, mas já ouvimos dizer. Nessa casa costumavam encontrar-se uma data de gajos armados em intelectuais. Carlos tem a mania da poesia, mas nem por isso deixa de mandar umas pinocadas com a mulher do Gouvarinho. Ela nunca mais o larga, assim tipo Atracção Fatal, com guião de Manoel de Oliveira. Muitas páginas depois, conhece Eduarda, uma boazona tipo Marisa Cruz, e o Grande Artista salta-lhe para cima. Somos todos iguais. Cada vez que vemos um belo par mandamos a cultura às urtigas. Um bufo tipo PIDE revela ao jornal 24 Horas que o Carlos anda a comer a própria irmã. Depois da peixeirada do costume, o Carlos e a Eduarda têm sexo, fogem para França e ele, para tentar esquecer vai para Paris. Ou o senhor Eça não sabia geografia ou pensava que nós somos parvos.
Moral: Nunca te deites com quem não conheças a mãe (por esta razão e todas as outras, obviamente).
Título: Crime e Castigo
Autor: Fiodor Dostoievski
Resumo: Raskolnikoff é um jovem estudante de direito. Pobrezinho, à procura do primeiro emprego, oprimido pela classe burguesa e pelo smogue de S. Petersburgo, sem perspectivas de carreira pelo difícil exame de acesso à Ordem, o jovem herói mata justificadamente duas velhotas ricas à machadada. dizemos justificadamente com quem justifica atentados em escolas da Ossétia: o mais pobrezinho tem sempre razão. O homicídio é a justiça do oprimido.
O Raskolnikoff ficou à rasca e apaixonou-se pelos seios da sónia, uma santa prostituta. A marte curte o Svidrigailov, bêbedo e pedófilo. Um nihilista sem valores. enfim, um exemplo de liberdade individual total. (Suspiro...)
quando o nosso Raskinhas volta da Sibéria, a Sónia, já gasta, mas com o PPR (Plano de Puta Reformada) a render, casa-se com ele. Já não nos lembramos como é que o livro acaba porque ficámos espantados com a coragem do gajo.
Moral: Matar velhinhas compensa se nos casarmos com prostitutas.
Título: As Aventuras de Sherlock Holmes
Autor: Arthur Conan Doyle
Resumo: As Aventuras, como o título indica, são mais que muitas. Este resumo é como as ideias da esquerda intelectual: aplica-se a todas as histórias.
O Sherlock está no escritório (em Baker Street) com o Watson. Vem uma cliente e o Sherlock, armado em chico-esperto, tipo aqueles gajos que estão nas discotecas encostados ao balcão virados para a pista a micar, tira-lhe a pinta em dez segundos. Depois de verificar que género de roupa interior a senhora usa, vai à procura do criminoso. Grande seca As Aventuras, não acha? Pois, é sempre assim até ao fim. Tem menos gajas que o Platoon. Ufa! E já agora, que fazem o Sherlock e o Watson quando acaba cada aventura? Elementar meu caro...
Moral: Se o Sherlock fosse vivo, o caso Casa Pia já estava resolvido...
Título: O Processo
Autor: Franz Kafka
Resumo: Joseph K. foi apanhado a fazer a barba e preso. na cadeia levou umas sovas para confessar se usava máquina de barbear eléctrica Phillishave ou Gillete Blue II, duas lâminas que barbeiam para entrares no azul. Sem saber que tinha sido preso por um crime tão grave, K. anda sempre às aranhas e decide-se transformar numa mosca. (Não, esperem, isto é outro livro do Kafka...somos tão cultos que baralhamos as coisas...)
O K. nem sabe o que lhe aconteceu, e nós, para sermos francos, estamo-nos nas tintas. O gajo foi morto pelo SIS e o livro acaba. Já dá para impressionar, acredite. Pode falar ainda na infinitude do sistema e dizer que nós somos meros grãos de areia na engrenagem e umas tretas do género. Ninguém percebe e as gajas gostam. Quando der conta parecem a Emma Bovary...
Moral: Qualquer semelhança entre esta história e uma esquadra da GNR é pura coincidência.
Título: A Montanha Mágica
Autor: Thomas Mann
Resumo: A personagem principal é Hans Castorp, homossexual e marrão. (Bleargh!) Vai para os Alpes à procura da Heidi, mas encontra o Pedro e apaixona-se pela Cabrinha Branca. Comeu-a uma vez num fantástico refogado, mas gostava mais de livros. Gostos... Fica sete anos na Montanha Mágica, uma cena parecida com a Montanha Russa, mas com mais voltinhas.
Lá encontra dois esgroviados, um humanista liberal, outro reaccionário radical. O Hans aprende tudo o que eles dizem, mas não lhe serve de nada porque no fim do livro os tipos morrem e ele tem de ir para a Guerra. E nós sabemos como a cultura e a tropa não jogam lá muito bem.
a grande falha do livro é Peeperkorn. Um tipo que vive para o sexo e que se mata quando a coisa não dá mais. E os dedos, Mann? E a língua? Há escritores que falam do que não sabem e depois dá nisto...
Moral: A cultura acaba na guerra, o sexo acaba com um gajo.
Título: A Mensagem
Autor: Fernando Pessoa
Resumo: O D. Afonso Henriques bateu na mãe, o D. Sebastião batia com a mão. O nevoeiro não deixa ver quem são aqueles tipos lá ao fundo, mas se vêm do mar com umas mulatas são portugueses. O mar é salgado porque as mulheres lá depositavam os fluidos corporais. Se deus quiser, O Homem sonha e a cobra cresce. O Quinto Império não passa de uma quinta e uma imperial. Um dia havemos de ser os maiores, quando um português for presidente dos EUA e não da Comissão Europeia.
Pessoa acreditava nas profecias de um sapateiro de Trancoso. E bebia. Muito, obviamente.
Moral: Vale sempre a pena quando a pila não é pequena.
Título: A Jangada de Pedra
Autor: José Saramago, o único prémio Nobel português vivo
Resumo: Nós ainda não percebemos porquê mas deve ser porque a tradução sueca leva pontuação este livro fala de Portugal à deriva no mar copiada do Espaço 1999 os acontecimentos do livro ninguém sabe nem o próprio porque como já deu conta é impossível ler um livro sem pontos e vírgulas
Moral: Quando o Saramago escreve sem pontuação é um génio quando éramos nós tínhamos negativa a Português.
Autor: Gustave Flaubert
Resumo: A Bovary é o D. Quixote fenótipo feminino. Leu tantos livros que pirou. Tanto romance na carola deu-lhe para pensar que os homens eram mesmo românticos, gentis e amorosos. Coitadinha. e tudo isso porque nunca leu Como Ficar Estupidamente Culto em apenas 10 Minutos.
A senhora casou-se com um médico chato como o potássio, que passava a vida a fazer urgências enquanto ela em casa imaginava cenas que nem Adrian Lyne imaginou.
Como é normal até nos jogadores de futebol, quando o homem trabalha muito fora, a mulher arranja fora quem a trabalhe. Talvez porque os cunnilingus do Rodolfo ficassem a anos-luz daqueles dos livros do Henry Miller, a senhora suicidou-se. O corno também.
Moral: As mulheres românticas são um perigo para a saúde pública.
Título: Os Maias
Autor: Eça de Queiroz
Resumo: O livro começa com a descrição de uma casa tão grande que leva mais de quarenta páginas. Nunca as lemos, mas já ouvimos dizer. Nessa casa costumavam encontrar-se uma data de gajos armados em intelectuais. Carlos tem a mania da poesia, mas nem por isso deixa de mandar umas pinocadas com a mulher do Gouvarinho. Ela nunca mais o larga, assim tipo Atracção Fatal, com guião de Manoel de Oliveira. Muitas páginas depois, conhece Eduarda, uma boazona tipo Marisa Cruz, e o Grande Artista salta-lhe para cima. Somos todos iguais. Cada vez que vemos um belo par mandamos a cultura às urtigas. Um bufo tipo PIDE revela ao jornal 24 Horas que o Carlos anda a comer a própria irmã. Depois da peixeirada do costume, o Carlos e a Eduarda têm sexo, fogem para França e ele, para tentar esquecer vai para Paris. Ou o senhor Eça não sabia geografia ou pensava que nós somos parvos.
Moral: Nunca te deites com quem não conheças a mãe (por esta razão e todas as outras, obviamente).
Título: Crime e Castigo
Autor: Fiodor Dostoievski
Resumo: Raskolnikoff é um jovem estudante de direito. Pobrezinho, à procura do primeiro emprego, oprimido pela classe burguesa e pelo smogue de S. Petersburgo, sem perspectivas de carreira pelo difícil exame de acesso à Ordem, o jovem herói mata justificadamente duas velhotas ricas à machadada. dizemos justificadamente com quem justifica atentados em escolas da Ossétia: o mais pobrezinho tem sempre razão. O homicídio é a justiça do oprimido.
O Raskolnikoff ficou à rasca e apaixonou-se pelos seios da sónia, uma santa prostituta. A marte curte o Svidrigailov, bêbedo e pedófilo. Um nihilista sem valores. enfim, um exemplo de liberdade individual total. (Suspiro...)
quando o nosso Raskinhas volta da Sibéria, a Sónia, já gasta, mas com o PPR (Plano de Puta Reformada) a render, casa-se com ele. Já não nos lembramos como é que o livro acaba porque ficámos espantados com a coragem do gajo.
Moral: Matar velhinhas compensa se nos casarmos com prostitutas.
Título: As Aventuras de Sherlock Holmes
Autor: Arthur Conan Doyle
Resumo: As Aventuras, como o título indica, são mais que muitas. Este resumo é como as ideias da esquerda intelectual: aplica-se a todas as histórias.
O Sherlock está no escritório (em Baker Street) com o Watson. Vem uma cliente e o Sherlock, armado em chico-esperto, tipo aqueles gajos que estão nas discotecas encostados ao balcão virados para a pista a micar, tira-lhe a pinta em dez segundos. Depois de verificar que género de roupa interior a senhora usa, vai à procura do criminoso. Grande seca As Aventuras, não acha? Pois, é sempre assim até ao fim. Tem menos gajas que o Platoon. Ufa! E já agora, que fazem o Sherlock e o Watson quando acaba cada aventura? Elementar meu caro...
Moral: Se o Sherlock fosse vivo, o caso Casa Pia já estava resolvido...
Título: O Processo
Autor: Franz Kafka
Resumo: Joseph K. foi apanhado a fazer a barba e preso. na cadeia levou umas sovas para confessar se usava máquina de barbear eléctrica Phillishave ou Gillete Blue II, duas lâminas que barbeiam para entrares no azul. Sem saber que tinha sido preso por um crime tão grave, K. anda sempre às aranhas e decide-se transformar numa mosca. (Não, esperem, isto é outro livro do Kafka...somos tão cultos que baralhamos as coisas...)
O K. nem sabe o que lhe aconteceu, e nós, para sermos francos, estamo-nos nas tintas. O gajo foi morto pelo SIS e o livro acaba. Já dá para impressionar, acredite. Pode falar ainda na infinitude do sistema e dizer que nós somos meros grãos de areia na engrenagem e umas tretas do género. Ninguém percebe e as gajas gostam. Quando der conta parecem a Emma Bovary...
Moral: Qualquer semelhança entre esta história e uma esquadra da GNR é pura coincidência.
Título: A Montanha Mágica
Autor: Thomas Mann
Resumo: A personagem principal é Hans Castorp, homossexual e marrão. (Bleargh!) Vai para os Alpes à procura da Heidi, mas encontra o Pedro e apaixona-se pela Cabrinha Branca. Comeu-a uma vez num fantástico refogado, mas gostava mais de livros. Gostos... Fica sete anos na Montanha Mágica, uma cena parecida com a Montanha Russa, mas com mais voltinhas.
Lá encontra dois esgroviados, um humanista liberal, outro reaccionário radical. O Hans aprende tudo o que eles dizem, mas não lhe serve de nada porque no fim do livro os tipos morrem e ele tem de ir para a Guerra. E nós sabemos como a cultura e a tropa não jogam lá muito bem.
a grande falha do livro é Peeperkorn. Um tipo que vive para o sexo e que se mata quando a coisa não dá mais. E os dedos, Mann? E a língua? Há escritores que falam do que não sabem e depois dá nisto...
Moral: A cultura acaba na guerra, o sexo acaba com um gajo.
Título: A Mensagem
Autor: Fernando Pessoa
Resumo: O D. Afonso Henriques bateu na mãe, o D. Sebastião batia com a mão. O nevoeiro não deixa ver quem são aqueles tipos lá ao fundo, mas se vêm do mar com umas mulatas são portugueses. O mar é salgado porque as mulheres lá depositavam os fluidos corporais. Se deus quiser, O Homem sonha e a cobra cresce. O Quinto Império não passa de uma quinta e uma imperial. Um dia havemos de ser os maiores, quando um português for presidente dos EUA e não da Comissão Europeia.
Pessoa acreditava nas profecias de um sapateiro de Trancoso. E bebia. Muito, obviamente.
Moral: Vale sempre a pena quando a pila não é pequena.
Título: A Jangada de Pedra
Autor: José Saramago, o único prémio Nobel português vivo
Resumo: Nós ainda não percebemos porquê mas deve ser porque a tradução sueca leva pontuação este livro fala de Portugal à deriva no mar copiada do Espaço 1999 os acontecimentos do livro ninguém sabe nem o próprio porque como já deu conta é impossível ler um livro sem pontos e vírgulas
Moral: Quando o Saramago escreve sem pontuação é um génio quando éramos nós tínhamos negativa a Português.

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